Esse post vai para os amantes de clássicos, rock e automóveis. Para ajudar o Teenage Cancer Trust, uma entidade que auxilia adolescentes e jovens com cancro, a banda “The Who” e a Volkswagen estão a unir forças. Durante a década de 60, a banda inglesa “The Who” foi essencial para a construção da cultura underground, assim como a Kombi, símbolo do movimento Hippie. A banda havia tocado no 60º aniversário da marca, ano passado, em Hannover, Alemanha, e este ano novamente irá tocar para promover uma edição comemorativa que reúne os dois elementos (Kombi e The Who) num só, a ser rifada pela VW.

O carro ficará em exposição do lado de fora do Royal Albert Hall, em Londres, até o dia 13 de Abril. O custo de um bilhete da rifa será de 5 libras, e além da chance de ganhar a Kombi, o bilhete dá o direito a fazer o download de uma versão ao vivo da música “Magic Bus” (“Autocarro mágico”), criada pela banda nos anos 60.

O ditador fascista italiano Benito Mussolini não deu certo com as suas parcerias políticas, mas pelo menos em matéria de automóveis o líder soube como reviver as glórias do Império Romano:
Em 1935 a montadora italiana construiu, sob encomenda, um Alfa Romeo 6C 2300 Pescara Spyder para o tirano.
E adivinha só: o veículo foi leiloado e um coleccionador inglês levou esta semana a relíquia para casa, por 1 milhão de dólares.
A H&H Classic Auctions estimava bater o martelo perto dos US$800.000...
Mussolini pediu para darem um upgrade no motor, que originalmente tinha 68 cv: a potência foi para 95cv.
Somente 60 unidades da Alfa Romeo 6C 2300 Pescara foram produzidas, e esta é a única Spyder sobrevivente de que há notícia.

Segundo o jornal alemão Bild, a BMW pretende relançar o micro-modelo Isetta da década de 50, popularmente conhecido no Brasil como “ovo”.
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Sabe qual é a melhor maneira de demonstrar as qualidades de uma marca de produtos de limpeza e polimento para automóveis? É esta: uma DeTomaso Pantera 1973 reluzindo no stand da Hilustre (a dos produtos de limpeza...) no SEMA Auto Show em Las Vegas.

Grande clássico dos carros norte-americanos, esta DeTomaso dividia com Bricklins, Bertones e DeLoreans o espaço nas ruas das maiores cidades do meio-oeste americano, lá pelos anos 70...

Ou seja, muito antes de surgir a excelente banda de heavy metal com o mesmo nome, já muita gente ouvia um barulho daqueles...

Era a Ford tentando chegar à Europa. Com a excepção daquele nariz, tudo continua original, tão bonito como há 34 anos atrás...


Já que o primeiro filme e as duas seqüências são os melhores filmes que a humanidade já conheceu, a franquia "Velozes e Furiosos" pode muito bem ganhar mais uma quarta parte, pra
arrancar ainda mais dinheiro de quem ainda não se cansou...
O projeto está sendo tocado meio em segredo pela Universal Pictures, então nada de detalhes, mas o que os gringos conseguiram adiantar foi que será a mesma fórmula de sempre, perseguições, rachas, fugas, perseguições ... e por aí vai... o bom é que desta vez a história vai se passar no Rio de Janeiro, isso mesmo: Brasil. E os astros principais (ou seja, os carros) serão uma mistura de novos e antigos -- assim como no primeiro filme da série, com aquele Dodge Charger 1970 -- lado-a-lado com o novo Camaro, o nosso Chevrolet Opalão, e também um Buick GNX. Até que promete ser interessante a película, apesar do fiasco do último "Desafio em Tóquio"...

Imagine ter o seu veículo multado... nada bom, não é? Agora imagine ter o seu veículo multado injustamente... revoltante, não é? Agora imagine ter o seu veículo multado injustamente e ainda rebocado... muito, muito revoltante, não é verdade? Agora imagine que esse seu veículo, que foi multado e rebocado injustamente, foi amassado pelo guincho no pátio da polícia... aí você pensaria em vingança não é mesmo? Mas calma, ainda não paramos por aqui. Tente imaginar que esse seu veículo que foi multado e guinchado injustamente, e ainda amassado pelo guincho no pátio da polícia é uma relíquia de 30.000 euros, mais precisamente um Bristol 411 (de 1972), um clássico que só teve 287 exemplares artesanalmente fabricados... Só podia ser na Inglaterra mesmo...
Esse é um vídeo muito interessante, que mostra através de imagens de arquivo a história do VW Fusca, um dos carros mais vendidos e amados no mundo. O modelo original foi concebido nos anos 30 na Alemanha pror Ferdinand Porsche e se tornou ícone de muitas gerações ao redor do mundo. O último modelo saiu de uma fábrica no México em 2003.

Que tal um carrão de 2.6 milhões de dólares? Foi essa a quantia paga por um colecionador pelo raro Duesenberg 1931 J Special Phaeton (foto). O veículo foi parte do espólio do falecido publisher do LA Times Otis Chandler. A empresa Gooding and Company auction realizou a venda da coleção particular do magnata. Os 90 carros da coleção alcançaram um preço recorde de 36 milhões de dólares. Uma Mercedes de 1904 também passou da casa dos 2 milhões na venda.

O Jaguar Daimler Heritage Trust é uma fundação dedicada à preservação da memória da combalida marca Britânica, hoje nas mãos da Ford americana. Eles mantêm uma fabulosa coleção de modelos raros. Se você estiver em Londres em novembro, pode ver três dos mais raros modelos já fabricados pela empresa em exibição, como o protótipo do D-Type original, o mais antigo sobrevivente da linha E-Type e o XJ13 de 1966 (foto), um bólido de 5 litros V12 que gerava 502 HP de potência e foi construído para brigar com as então dominantes Ferraris e Ford´s GT. A fundação é responsável por toda a memória da marca. Confia o site, com muitas fotos de modelos do passado.

A empresa
Cars Inc., com sede em Detroit (EUA), anunciou no fim de semana passado que irá produzir réplicas do legendário Chevy 1957 conversível. A empresa produz partes avulsas do carro desde 76. O Chevy 57 foi um dos maiores sucessos da história da GM e marcou época. A empresa irá produzir três versões distintas do corpo do carro: uma só com o corpo propiamente dito, outra com o chassis acoplado e uma versão completa e pronta para rodar, com motor e todos os opcionais. Todos os corpos produzidos pela Cars Inc. são originários de antigos Chevy 57 reformados, portanto levam a classificação de "restaurados", inclusive com o número de série do modelo original, apesar de serem inteiramente fabricados com chapas novas de aço. O preço ainda não foi determinado, mas o mercado aponta que uma restauração dessa qualidade não saia da oficina por menos de 70 a 100 mil dólares para o carro pronto para funcionar. Veja mais no site da empresa.